Como Fazer Espetinho

Fazer uma ampla opção de espetinhos de churrasco é primordial para iniciar um negócio com bases seguras.

Mesmo assim a discussão pode existir para muitos: que tipo de carne de churrasco devo comprar?

A verdade é que depende muito do que você disponibiliza ofertar para o seu freguês e até mesmo o tipo de público que você tem.

Elaborar uma pesquisa prévia de mercado e estudar que lugar você irá funcionar seu negócio pode descrever para você qual dimensão será desejado para o seu negócio e o que você poderá oferecer nele.

Não adianta investir em carnes nobres, por exemplo, se o seu público, ou seja, aquele que mais frequenta seu negócio, não possui grana para arcar por isso.

Todavia, não esqueça: apresentar opções de acordo com seu público não quer afirmar, que será um uma carne de qualidade ruim.

Algumas características são essenciais para fazer um espetinho ou churrasco de sucesso:

Evite decidir por carnes de segunda qualidade
opte por carnes sem gordura
Atenção com carnes que contenham nervos.

Que bom que preparar acessórios para churrasco é bem menos complicado do que fazer o churrasco propriamente dito.

Se for você mesmo preparar, isso vai te ajudar na economia, mas atenção pois a principal coisa a se fazer, é a obtenção da carne.

Para você ser assertivo e não ter nenhum problema de apresentar carne dura, decida entre duas opções de carne, o Miolo de Alcatra ou a Fraldinha, essas são dicas que com certeza vai garantir uma carne suculenta ao preparar o seu espeto.

Tempere ao menos com um dia que antecede do churrasco para que a carne possa pegar o tempero, e fique atento na quantidade, pois no meio da festa, você não conseguirá elaborar todo o preparo novamente.

O espeto no palito é o tipo de churrasco que mais indico para fazer, é somente observar no ponto certo da carne, só não pode deixar a carne queimar, pois a sua fama de churrasqueiro ruim vai se propagar rapidinho, rs. Mestre do Espetinho.

Se a sua festa for acima de cinquenta convidados, a vantagem do espetinho, é que você consegue pré-assá-lo e armazenar em uma caixa térmica, por conseguinte é possível controlar e ter garantido que os convidados não fiquem esperando a carne ficar ok na churrasqueira.

Curso Gourmet Espetinho

Essa idéia é muito usada por empresas com experiência em buffet de Churrasco, sobretudo para eventos de grande tamanho.

Acompanhamento para para churrasco: quais os melhores?

O acompanhamento para churrasco tem que ser da aprovação de todos, pois existe quem não goste de polenta e tem quem não goste de salada de batata.

Conheça todas as dicas de como fazer espetinhos suculentos e que vão gerar renda.

É só clicar no link que se encontra abaixo:

Mestre do Espetinho Gourmet

 

Nossa História

A partir de 1530, tem início a colonização efetiva, com a expedição de Martim Afonso de Sousa, cujos efeitos foram o melhor reconhecimento da terra, a introdução do cultivo da cana-de-açúcar e a criação dos primeiros engenhos, instalados na recém-fundada cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo, que no século 16 chegou a ter treze engenhos de açúcar. A economia açucareira, entretanto, vai se concentrar no Nordeste, principalmente em Pernambuco. Estava baseada no tripé latifúndio–monocultura–escravidão. A cana-de-açúcar, no Nordeste, era cultivada e beneficiada em grandes propriedades, que empregavam mão-de-obra dos negros africanos trazidos como escravos, e destinava-se à exportação.

Ao lado do ciclo da cana-de-açúcar, ocorrido na zona da mata, desenvolveu-se o ciclo do gado. A pecuária aos poucos ocupou toda a área do agreste e do sertão nordestinos e a bacia do rio São Francisco. No século 18, o ciclo da mineração do ouro e dos diamantes em Minas Gerais levou à ocupação do interior da colônia. A sociedade mineradora era mais diversificada do que a sociedade açucareira, extremamente ruralizada. Na zona mineira, ao lado dos proprietários e escravos, surgiram classes intermediárias, constituídas por comerciantes, artesãos e funcionários da Coroa.

Política e administrativamente a colônia estava subordinada à metrópole portuguesa, que, para mais facilmente ocupá-la, adotou, em 1534, o sistema de capitanias hereditárias. Consistia na doação de terras pelo rei de Portugal a particulares, que se comprometiam a explorá-las e povoá-las. Apenas duas capitanias prosperaram: São Vicente e Pernambuco. As capitanias hereditárias somente foram extintas em meados do século 18.

Em 1548, a Coroa portuguesa instituiu o governo geral, para melhor controlar a administração da colônia. O governador-geral Tomé de Sousa possuía extensos poderes, e administrava em nome do rei a capitania da Bahia, cuja sede, Salvador — primeira cidade fundada no Brasil, foi também sede do governo geral até 1763, quando a capital da colônia foi transferida para o Rio de Janeiro. A administração local era exercida pelas câmaras municipais, para as quais eram eleitos os colonos ricos, chamados “homens bons”.

O papel da Igreja Católica era da mais alta importância. A ela cabiam tarefas administrativas, a assistência social, o ensino e a catequese dos indígenas. Dentre as diversas ordens religiosas, destacaram-se os jesuítas.

Invasões estrangeiras. Durante o período colonial, o Brasil foi alvo de várias incursões estrangeiras, sobretudo de franceses, ingleses e holandeses. Os franceses chegaram a fundar, em 1555, uma colônia, a França Antártica, na ilha de Villegaignon, na baía de Guanabara. Somente foram expulsos em 1567, em combate do qual participou Estácio de Sá, fundador da cidade do Rio de Janeiro (1565). Mais tarde, entre 1612 e 1615, novamente os franceses tentaram estabelecer uma colônia no Brasil, desta vez no Maranhão, chamada França Equinocial.

Os holandeses, em busca do domínio da produção do açúcar (do qual eram os distribuidores na Europa), invadiram a Bahia, em 1624, sendo expulsos no ano seguinte. Em 1630, uma nova invasão holandesa teve como alvo Pernambuco, de onde estendeu-se por quase todo o Nordeste, chegando até o Rio Grande do Norte. Entre 1637 e 1645, o Brasil holandês foi governado pelo conde Maurício de Nassau, que realizou brilhante administração. Em 1645, os holandeses foram expulsos do Brasil, no episódio conhecido como insurreição pernambucana.